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Método não destrutivo HDD: como funciona em obras de saneamento e infraestrutura
O que é método não destrutivo HDD
O método não destrutivo HDD é uma técnica de perfuração direcional horizontal usada para instalar ou substituir tubulações em redes subterrâneas com menor abertura de valas.
Em obras de saneamento e infraestrutura urbana, o MND permite atravessar áreas pavimentadas ou ocupadas reduzindo interferências na superfície, desde que o projeto e a tubulação sejam compatíveis.
Diferente da escavação convencional, que normalmente exige a abertura contínua de valas ao longo do traçado, o HDD trabalha com uma perfuração direcionada no subsolo.
Isso torna o método especialmente relevante em intervenções urbanas, travessias e implantação de redes em locais onde a interferência na superfície precisa ser controlada.
Ainda assim, o desempenho de uma solução em MND não depende apenas da perfuração.
A escolha correta da tubulação é parte central do projeto: material, diâmetro, pressão de operação, tipo de rede e finalidade da instalação influenciam a compatibilidade técnica da obra.
Em sistemas de água, esgoto, drenagem, redes industriais e infraestrutura urbana, essa análise ajuda a evitar decisões baseadas apenas no método executivo.
Nesse contexto, a Tubulação.com atua como fornecedora de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas voltadas para saneamento e infraestrutura urbana, com suporte técnico na seleção de materiais como PEAD, PVC e ferro fundido.
Para construtoras, empreiteiras, concessionárias, prefeituras e empresas de engenharia, esse apoio é útil porque conecta a necessidade da obra à especificação adequada da tubulação, sem tratar o MND como uma solução isolada.
Como o HDD funciona na implantação de redes subterrâneas
O HDD é executado como uma sequência técnica planejada, na qual a perfuração direcional horizontal cria uma trajetória subterrânea para receber a tubulação sem exigir a abertura contínua de valas.
Em obras de saneamento e infraestrutura urbana, o bom desempenho do método depende da compatibilidade entre traçado, solo, diâmetro, pressão da rede e material do tubo especificado.
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Estudo do traçado
A primeira etapa é avaliar por onde a rede subterrânea deverá passar.
Esse estudo considera o ponto de entrada, o ponto de saída, a profundidade prevista, a interferência com redes existentes e as condições urbanas da área.
Em travessias sob vias, calçadas, áreas pavimentadas ou trechos com circulação intensa, o planejamento do traçado ajuda a reduzir riscos de conflito com outras infraestruturas.
Essa análise não se limita à rota da perfuração.
Ela também influencia a escolha da tubulação, porque o comprimento do trecho, as curvas admitidas, o tipo de rede e as condições de puxamento podem favorecer determinados materiais e configurações.
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Análise da rede e das condições de instalação
Antes da perfuração, o projeto precisa relacionar a função da rede com os requisitos técnicos da tubulação.
Redes de água, esgoto, drenagem pluvial, sistemas hidráulicos e redes industriais podem ter exigências diferentes quanto a diâmetro, pressão, resistência, conexões e forma de montagem.
Em redes pressurizadas, por exemplo, a pressão de operação é um critério essencial para a seleção do tubo.
Em redes de coleta ou transporte, a finalidade hidráulica, o escoamento e a compatibilidade com o sistema existente também devem ser considerados.
Nessa fase, a etapa de suprimentos deve ser tratada como parte do planejamento técnico: o material precisa estar coerente com o método executivo, com o cronograma da obra e com as necessidades específicas do projeto.
A Tubulação.com atua no fornecimento de tubos PEAD, PVC e ferro fundido para obras de saneamento e infraestrutura, oferecendo suporte técnico na escolha dos materiais conforme diâmetro, pressão, tipo de rede e demanda da obra.
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Perfuração piloto
Com o traçado definido, inicia-se a perfuração piloto.
Nessa etapa, é aberto um furo inicial seguindo a trajetória planejada.
O objetivo é criar um caminho subterrâneo controlado entre os pontos previstos, respeitando a profundidade, o alinhamento e as interferências identificadas no estudo técnico.
A perfuração piloto é uma fase crítica porque define a base do percurso que será ampliado posteriormente.
Por isso, no contexto geral do setor, o controle da trajetória e a leitura das condições do solo são cuidados importantes para reduzir desvios, retrabalhos e incompatibilidades com o tubo que será instalado.
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Alargamento do furo
Após a conclusão do furo piloto, o caminho subterrâneo pode ser alargado para permitir a passagem da tubulação.
O diâmetro final do furo precisa ser compatível com o tubo, com as condições do solo e com o esforço de puxamento previsto.
Esse ponto reforça uma diferença importante entre apenas executar a perfuração e planejar corretamente uma obra com HDD: o furo deve conversar com a tubulação escolhida.
Um tubo inadequado ao diâmetro, à pressão, ao fluido conduzido ou às conexões do sistema pode comprometer a integração da rede, mesmo quando a perfuração é tecnicamente viável.
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Puxamento da tubulação
Na etapa de puxamento, a tubulação é introduzida no caminho subterrâneo previamente preparado.
O material deve suportar as condições de instalação previstas para o projeto e manter compatibilidade com as conexões, válvulas e demais componentes da rede.
Tubos PEAD são frequentemente avaliados em projetos que exigem flexibilidade e juntas soldadas, podendo envolver processos como termofusão ou eletrofusão conforme a necessidade técnica da obra.
Tubos PVC e ferro fundido também podem compor soluções de infraestrutura e saneamento, desde que avaliados de acordo com aplicação, método executivo, tipo de rede e especificações do projeto.
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Verificação da instalação e integração com a rede
Depois do puxamento, a instalação precisa ser conferida antes da integração plena ao sistema.
De forma geral, essa verificação envolve observar alinhamento, integridade aparente, compatibilidade das extremidades, conexões previstas e adequação ao objetivo da rede subterrânea.
Em obras de implantação, ampliação, substituição ou manutenção de redes, essa etapa ajuda a confirmar se a solução instalada está coerente com o planejamento.
Também é o momento de integrar a tubulação aos demais elementos do sistema, como conexões, válvulas e trechos já existentes, sempre conforme os requisitos técnicos definidos pelo projeto.
Em síntese, o HDD funciona pela combinação entre planejamento de trajetória, avaliação do solo, perfuração controlada, alargamento, puxamento e verificação da tubulação.
Para gestores de obra, construtoras, empreiteiras, concessionárias e prefeituras, o ponto central é entender que o método executivo e a cadeia de fornecimento precisam ser planejados em conjunto.
A escolha do tubo certo não é uma etapa acessória: ela influencia a viabilidade, a compatibilidade e a organização dos suprimentos da obra.
Principais aplicações do MND em saneamento e infraestrutura urbana
O método não destrutivo hdd é especialmente relevante em obras que precisam implantar, ampliar, substituir ou manter redes subterrâneas com menor interferência na superfície.
Em vez de tratar o MND apenas como uma técnica de perfuração, é importante relacionar sua aplicação à função da rede: conduzir, distribuir, coletar ou transportar fluidos com a tubulação adequada ao projeto.
As aplicações mais comuns em saneamento básico e infraestrutura urbana incluem:
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Redes de água: em sistemas de distribuição e adução, o MND pode ser considerado quando a obra exige passagem subterrânea com menor abertura de valas, especialmente em áreas urbanizadas, vias pavimentadas ou trechos com circulação de pessoas e veículos.
A escolha da tubulação deve considerar diâmetro, pressão de operação, conexões e compatibilidade com o método executivo.
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Redes de esgoto: em redes coletoras, interceptores ou trechos de substituição, o método não destrutivo pode apoiar intervenções em locais onde a escavação convencional tende a gerar maior impacto operacional.
Nesse tipo de aplicação, a análise do traçado, da profundidade, do tipo de solo e das condições da rede existente é decisiva para definir o tubo mais apropriado.
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Drenagem pluvial: projetos de drenagem urbana podem demandar travessias e interligações subterrâneas para condução de águas pluviais.
O MND é uma alternativa a ser avaliada quando a preservação de pavimentos, calçadas, áreas de circulação ou estruturas próximas é um fator importante no planejamento da obra.
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Sistemas hidráulicos e redes pressurizadas: em sistemas que transportam água ou outros fluidos sob pressão, a seleção do material da tubulação não pode ser separada da análise do método construtivo.
Pressão, diâmetro, juntas, conexões, válvulas e condições de instalação precisam ser avaliados em conjunto para reduzir incompatibilidades durante a execução.
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Obras públicas de infraestrutura urbana: prefeituras, concessionárias e empresas de engenharia podem considerar o MND em intervenções urbanas nas quais seja desejável reduzir a extensão de valas abertas.
Em termos gerais do setor, isso é útil em vias movimentadas, áreas com pavimentação consolidada, travessias e trechos com restrição de espaço para escavação.
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Loteamentos e condomínios: em novos empreendimentos ou ampliações de infraestrutura interna, o método pode ser avaliado para passagem de redes subterrâneas de água, esgoto, drenagem ou sistemas hidráulicos.
A vantagem está em compatibilizar o traçado das redes com o planejamento de urbanização, acessos, pavimentação e demais interferências do projeto.
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Redes industriais: em ambientes industriais, o MND pode ser considerado para implantação ou substituição de tubulações subterrâneas quando há necessidade de reduzir interferências na operação local.
A aplicação deve observar o tipo de fluido, a pressão, o material da tubulação e as exigências técnicas do sistema hidráulico ou de transporte envolvido.
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Travessias urbanas: travessias sob vias, calçadas, áreas pavimentadas ou pontos de difícil escavação estão entre os cenários em que o MND costuma ser estudado.
A técnica pode ajudar a viabilizar a passagem da tubulação sem abrir valas contínuas em toda a extensão do trecho, desde que as condições do projeto permitam.
Em todos esses casos, o ganho técnico do MND não depende apenas da perfuração.
A tubulação precisa ser compatível com a finalidade da rede, com o diâmetro previsto, com a pressão de trabalho, com o tipo de fluido e com as condições de instalação.
Por isso, materiais como tubos PEAD, PVC e ferro fundido devem ser avaliados conforme a aplicação, e não escolhidos apenas por disponibilidade.
No contexto da Tubulação.com, a atuação verificável está no fornecimento de tubos PEAD, PVC e ferro fundido para obras de saneamento, infraestrutura urbana, redes industriais e sistemas hidráulicos, além do suporte técnico na escolha de materiais conforme a necessidade do projeto.
Esse apoio é relevante para construtoras, empreiteiras, concessionárias, prefeituras e gestores de obra que precisam alinhar o método executivo à cadeia de suprimentos da tubulação.
Vantagens do método não destrutivo para obras urbanas
Em obras urbanas, o MND é valorizado porque reduz a dependência de escavações abertas extensas para implantação, substituição ou manutenção de redes subterrâneas.
Em comparação com métodos tradicionais de escavação, ele tende a oferecer uma execução com menor interferência na superfície, especialmente em áreas pavimentadas, vias movimentadas, travessias urbanas e regiões onde a mobilidade precisa ser preservada.
As principais vantagens do método não destrutivo para saneamento e infraestrutura urbana incluem:
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Menor abertura de valas: ao evitar grandes cortes contínuos no solo, o MND pode diminuir a necessidade de escavação em ruas, calçadas, áreas de circulação e espaços já urbanizados.
Isso é relevante em redes de água, esgoto, drenagem pluvial e sistemas hidráulicos subterrâneos.
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Redução de interferências na superfície: em obras com escavação aberta, o impacto sobre trânsito, pedestres, acessos, pavimento e rotina urbana costuma ser mais visível.
No MND, a intervenção superficial tende a se concentrar em pontos específicos, o que pode facilitar o gerenciamento operacional da obra.
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Preservação de áreas pavimentadas: quando o projeto permite, a técnica ajuda a reduzir cortes em asfalto, concreto, calçadas e áreas urbanas consolidadas.
Isso pode contribuir para menor necessidade de recomposição de pavimento, embora a extensão desse benefício dependa do traçado, do solo, do diâmetro da tubulação e das condições locais.
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Apoio ao planejamento de obras: o método favorece projetos em que a interferência urbana precisa ser cuidadosamente controlada.
Para isso, o planejamento deve considerar trajetória da rede, profundidade, obstáculos existentes, tipo de solo, diâmetro, pressão de operação e compatibilidade da tubulação com o método executivo.
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Aplicação em ambientes urbanos complexos: o MND é frequentemente considerado em travessias sob vias, áreas com infraestrutura existente, loteamentos, condomínios, obras públicas e sistemas de saneamento em regiões de ocupação consolidada.
A escolha do método, porém, deve ser avaliada tecnicamente para cada cenário.
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Contribuição para menor impacto operacional: ao reduzir a abertura de valas, o método pode auxiliar na organização da obra, na segurança do entorno e na convivência com atividades urbanas.
Ainda assim, não elimina a necessidade de estudo técnico, sinalização, controle de riscos e seleção adequada dos materiais.
Um ponto importante é que as vantagens do MND não dependem apenas da perfuração ou da técnica executiva.
O desempenho da solução também está ligado à escolha correta da tubulação, das conexões, das válvulas e dos suprimentos compatíveis com a finalidade da rede.
Diâmetro, classe de pressão, tipo de fluido, condições de instalação e exigências do projeto precisam ser avaliados antes da compra dos materiais.
Nesse contexto, a Tubulação.com atua como fornecedora de tubos PEAD, PVC e ferro fundido, além de conexões, válvulas, ferramentas e máquinas voltadas para saneamento e infraestrutura urbana.
O suporte técnico na seleção de materiais ajuda construtoras, empreiteiras, concessionárias, prefeituras e gestores de obra a alinhar o método executivo às necessidades reais da rede, sem tratar o MND como uma solução automática para todos os casos.
Portanto, a principal vantagem do método não destrutivo em obras urbanas está na possibilidade de implantar redes subterrâneas com menor interferência superficial em comparação às escavações abertas.
Porém, sua viabilidade deve ser analisada de forma integrada, considerando projeto, solo, diâmetro, pressão, material da tubulação, logística de suprimentos e objetivos da obra.
Como escolher tubos para projetos com HDD
A escolha da tubulação em um projeto executado por método não destrutivo HDD não deve ser tratada como uma decisão isolada de compra.
O desempenho da rede subterrânea depende da compatibilidade entre o método executivo, o material do tubo, o diâmetro, a pressão de operação, o tipo de fluido conduzido e a disponibilidade dos suprimentos necessários para instalação, conexão e manutenção.
Em obras de saneamento e infraestrutura urbana, esse alinhamento é ainda mais importante porque a tubulação pode atender redes de água, esgoto, drenagem pluvial, sistemas hidráulicos, redes industriais, loteamentos, condomínios ou obras públicas.
Cada aplicação exige uma análise técnica própria, sem assumir que um mesmo tubo serve para todos os cenários.
Checklist técnico para selecionar tubos em projetos com HDD
- Material da tubulação: avalie se o projeto demanda tubos PEAD, PVC ou ferro fundido, considerando a finalidade da rede, o comportamento esperado durante a instalação e as exigências do sistema. A Tubulação.com atua no fornecimento desses materiais para obras de saneamento e infraestrutura, com suporte na seleção conforme a necessidade do projeto.
- Diâmetro da rede: o diâmetro deve ser compatível com a capacidade de condução, coleta, distribuição ou transporte prevista. Em HDD, essa escolha também influencia o planejamento do furo, o puxamento da tubulação e a logística de suprimentos.
- Pressão de operação: redes pressurizadas exigem atenção ao tipo de tubo, às conexões, às válvulas e aos critérios técnicos definidos para o sistema. A pressão não deve ser definida apenas pelo material disponível, mas pelo conjunto de condições da rede.
- Tipo de fluido: água, esgoto, drenagem pluvial e outros sistemas hidráulicos apresentam demandas diferentes. A seleção do tubo deve considerar a natureza do fluido, a finalidade da rede e as condições de operação previstas no projeto.
- Finalidade da obra: implantação, ampliação, substituição e manutenção de redes subterrâneas podem exigir decisões diferentes de fornecimento. Uma obra nova, por exemplo, pode ter maior flexibilidade de traçado, enquanto uma substituição pode depender mais das interferências existentes.
- Condições de instalação: solo, trajetória, interferências urbanas, profundidade, área disponível para operação e necessidades de puxamento devem ser analisados pela equipe responsável pelo projeto e pela execução.
- Compatibilidade com conexões e válvulas: a tubulação não funciona sozinha. Conexões, válvulas e demais componentes precisam ser compatíveis com o material, o diâmetro, a pressão e a finalidade da rede.
- Solda e união dos tubos: em soluções com PEAD, a obra pode demandar avaliação sobre solda PEAD por termofusão ou eletrofusão, conforme o projeto e os critérios técnicos aplicáveis. A escolha do método de união deve estar alinhada ao material e à instalação prevista.
- Disponibilidade de máquinas, ferramentas e suprimentos: o planejamento deve considerar não apenas o tubo principal, mas também ferramentas, máquinas, conexões, válvulas e itens complementares. A falta de um componente técnico pode comprometer o andamento da obra mesmo quando a tubulação já foi definida.
Um erro comum é escolher o tubo apenas pelo material ou pelo diâmetro nominal, sem integrar a decisão ao método executivo.
Em projetos com HDD, a tubulação precisa ser analisada junto com o traçado, o tipo de rede e a cadeia de fornecimento.
Isso reduz o risco de incompatibilidades entre o que foi especificado, o que está disponível para a obra e o que será necessário na instalação.
Outro ponto crítico é confundir tubos para obras de saneamento e infraestrutura com materiais hidráulicos comuns de uso residencial.
Redes subterrâneas urbanas, redes pressurizadas, sistemas de esgoto e drenagem exigem uma abordagem de suprimentos mais técnica, principalmente quando envolvem construtoras, empreiteiras, concessionárias de saneamento, prefeituras e empresas de engenharia.
Nesse contexto, o diferencial da Tubulação.com está no apoio à escolha dos materiais e na variedade de soluções fornecidas para obras complexas.
A empresa atua com tubos PEAD, PVC e ferro fundido, além de conexões, válvulas, ferramentas, máquinas e serviços técnicos relacionados, como solda PEAD por termofusão e eletrofusão.
Esse suporte ajuda o gestor da obra a organizar a seleção de suprimentos de forma mais coerente com o tipo de rede, o diâmetro, a pressão e a finalidade do projeto.
A melhor decisão técnica não é necessariamente escolher um material de forma isolada, mas montar um conjunto compatível: tubo adequado, conexões corretas, válvulas compatíveis, ferramentas disponíveis e suporte para avaliar as variáveis da obra.
Para projetos com HDD, essa integração entre engenharia, método executivo e fornecimento é o que torna a escolha da tubulação mais segura, planejada e aderente às exigências de saneamento e infraestrutura urbana.
Como planejar método não destrutivo hdd para a obra
A definição de método não destrutivo hdd deve considerar a aplicação, o material da tubulação, as condições de campo, o prazo e as exigências técnicas da obra. A Tubulação.com atua há 15 anos com fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas, além de locação de equipamentos e serviços de solda em PEAD. O atendimento técnico ajuda construtoras, empreiteiras, concessionárias, prefeituras, indústrias e empresas de engenharia a avaliar a solução compatível com cada projeto.
Método não destrutivo hdd: Perguntas frequentes sobre HDD e fornecimento de tubulações
O que significa HDD?
HDD significa Horizontal Directional Drilling, conhecido em português como perfuração direcional horizontal.
No contexto de saneamento e infraestrutura urbana, o método não destrutivo HDD é usado para instalar ou substituir tubulações subterrâneas com menor necessidade de abertura de valas na superfície.
O que é MND?
MND é a sigla para Método Não Destrutivo.
Trata-se de um conjunto de técnicas aplicadas em redes subterrâneas para reduzir intervenções abertas no pavimento, em vias urbanas, áreas operacionais ou trechos com restrição de escavação convencional.
O HDD é uma das técnicas associadas a esse tipo de execução.
Quando considerar o uso de HDD em uma obra?
O HDD pode ser considerado quando a obra exige implantação, ampliação, substituição ou manutenção de redes subterrâneas com menor interferência na superfície.
A decisão depende de variáveis como traçado, tipo de solo, diâmetro da tubulação, pressão da rede, finalidade do sistema e condições de acesso ao trecho.
Quais redes podem receber tubulações em projetos com MND?
Projetos de MND podem ser avaliados para redes de água, esgoto, drenagem pluvial, sistemas hidráulicos, redes industriais e outras aplicações subterrâneas ligadas à infraestrutura urbana.
Em cada caso, é necessário verificar a compatibilidade entre o método executivo, o material da tubulação e as exigências técnicas da rede.
Quais materiais de tubulação podem ser avaliados?
Em obras de saneamento e infraestrutura, podem ser avaliados tubos PEAD, PVC e ferro fundido, conforme o tipo de rede, a pressão de operação, o diâmetro, as conexões necessárias e as condições de instalação.
A escolha não deve considerar apenas o material isoladamente, mas o conjunto formado por tubulação, conexões, válvulas, método de instalação e necessidades do projeto.
Quem costuma demandar esse tipo de solução?
Construtoras, empreiteiras, concessionárias de saneamento, prefeituras, empresas de engenharia, engenheiros e gestores de obra costumam demandar soluções para redes subterrâneas em projetos de saneamento básico, infraestrutura urbana, loteamentos, condomínios, obras públicas e sistemas de drenagem.
Como solicitar orientação técnica para escolher a tubulação?
A orientação técnica deve partir das informações do projeto.
A Tubulação.com atua como fornecedora de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas para saneamento e infraestrutura urbana, além de apoiar a seleção de materiais conforme a demanda da obra.
Para uma avaliação adequada, o ideal é apresentar os dados técnicos disponíveis antes da definição de compra ou fornecimento.
Quais informações ajudam na escolha correta dos tubos?
As informações mais úteis são: finalidade da rede, tipo de fluido conduzido, diâmetro previsto, classe de pressão, extensão aproximada, condições do solo, interferências existentes, método de instalação, necessidade de conexões e válvulas, além de requisitos de manutenção e operação.
Esses dados ajudam a reduzir incompatibilidades entre o projeto, o método executivo e a cadeia de suprimentos.
A Tubulação.com executa todos os serviços de HDD?
O contexto informado posiciona a Tubulação.com como empresa especializada no comércio e fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas para saneamento e infraestrutura urbana, com suporte técnico na escolha de materiais e serviços técnicos como solda PEAD por termofusão e eletrofusão.
Para escopo de execução, disponibilidade de equipamentos, condições comerciais ou detalhes operacionais específicos, a recomendação é consultar a empresa diretamente.
É possível definir preço ou prazo apenas pelo tipo de método?
Não.
Preço, prazo e logística dependem de variáveis do projeto, como material da tubulação, diâmetro, volume de fornecimento, localização da obra, condições de instalação, necessidade de máquinas e ferramentas, conexões, válvulas e demais suprimentos.
Por isso, decisões comerciais e técnicas devem ser avaliadas caso a caso, sem assumir valores ou prazos padronizados.
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