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MND Método Não Destrutivo: o que é, como funciona e quando usar em obras de saneamento
O que é MND em obras de tubulação
A escolha de mnd método não destrutivo exige atenção ao uso do ambiente, às medidas do vão e às condições da obra. MND, ou método não destrutivo, é uma abordagem para instalar, ampliar, substituir ou manter tubulações subterrâneas com menor abertura de valas extensas.
Em obras de saneamento e infraestrutura urbana, ajuda a reduzir interferências na superfície, mas sua viabilidade depende do projeto, do solo, do diâmetro, da pressão e do tipo de rede.
O mnd método não destrutivo é usado em intervenções de redes subterrâneas quando a obra precisa reduzir a necessidade de escavações contínuas na superfície.
Em vez de tratar o MND apenas como uma técnica de perfuração, é mais correto entendê-lo como uma solução de engenharia aplicada ao contexto da rede: traçado, interferências existentes, material do tubo, condições do solo, operação do sistema e requisitos de instalação ou manutenção.
Na prática, o conceito se relaciona a obras de saneamento, infraestrutura urbana, redes de água, redes de esgoto e drenagem pluvial.
A proposta é permitir a passagem, substituição ou recuperação de tubulações subterrâneas com acessos mais localizados, sempre conforme avaliação técnica.
Isso pode ser especialmente relevante em áreas urbanas, vias pavimentadas, cruzamentos, loteamentos, condomínios, obras públicas e pontos onde a abertura de valas extensas tende a gerar maior impacto operacional.
MND x escavação convencional
Na escavação convencional, a vala costuma acompanhar grande parte do trecho de implantação ou manutenção da tubulação.
No MND, a intervenção busca limitar a abertura da superfície a pontos de acesso ou trechos necessários, conforme o método executivo definido em projeto.
Essa diferença não elimina a necessidade de planejamento, sinalização, compatibilização de interferências e controle técnico; ela apenas muda a forma como a rede subterrânea é abordada.
Onde o MND se aplica em tubulações
- Implantação de novas redes subterrâneas de água, esgoto ou drenagem.
- Ampliação de sistemas de saneamento e infraestrutura urbana.
- Substituição de tubulações em áreas com maior sensibilidade de tráfego, pavimento ou ocupação.
- Manutenção de redes existentes, quando o projeto permitir uma intervenção com menor abertura de valas.
- Apoio a sistemas hidráulicos e redes industriais, conforme as exigências de diâmetro, pressão, material e operação.
Resumo técnico
- O MND não deve ser analisado isoladamente: ele depende do projeto da rede.
- A escolha do tubo é parte crítica da solução, incluindo material, diâmetro, classe de pressão e compatibilidade com conexões e válvulas.
- A viabilidade pode variar conforme solo, traçado, interferências subterrâneas, profundidade, tipo de rede e exigências da obra.
- A Tubulação.com atua no fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas, máquinas e suporte técnico para obras de saneamento e infraestrutura, apoiando a seleção de materiais como PEAD, PVC e ferro fundido conforme a necessidade do projeto.
Como funciona o método não destrutivo na prática
Na prática, o MND funciona como uma sequência de decisões técnicas antes, durante e depois da intervenção subterrânea.
Mais do que executar a passagem de um tubo, o processo exige compatibilizar o projeto da rede com o traçado, o solo, as interferências existentes, o diâmetro, a classe de pressão e a aplicação prevista, seja em rede de água, esgoto, drenagem ou sistema hidráulico.
Etapas gerais do método não destrutivo
- Avaliação do projeto e da finalidade da rede
O primeiro passo é entender o objetivo da obra: implantação de uma nova linha, ampliação de rede existente, substituição de tubulação antiga ou manutenção de um trecho subterrâneo.
Nessa etapa, são analisados o tipo de rede, a vazão esperada, a condição de operação, a pressão de trabalho quando aplicável e os requisitos de ligação com a infraestrutura existente.
Em uma rede pressurizada de água, por exemplo, a escolha do tubo e das conexões precisa considerar pressão, estanqueidade e compatibilidade entre componentes.
Já em uma rede coletora de esgoto ou drenagem pluvial, entram em avaliação fatores como declividade, diâmetro, comportamento hidráulico e condições de assentamento ou passagem.
- Estudo do traçado e das interferências subterrâneas
Antes da execução, é necessário estudar o caminho previsto para a tubulação.
Esse planejamento técnico ajuda a identificar possíveis interferências subterrâneas, como redes já instaladas, estruturas enterradas, mudanças de nível, pontos de acesso e restrições urbanas.
Essa etapa é essencial porque o método não destrutivo reduz a abertura de valas extensas, mas não elimina a necessidade de análise prévia.
A viabilidade depende das condições reais do local, do tipo de solo, do espaço disponível para acesso, do comprimento do trecho e das exigências operacionais da obra.
- Escolha do tubo e dos componentes associados
A seleção do material deve ser feita antes da execução, não apenas no momento da compra.
O tubo precisa ser compatível com o método executivo previsto, com o diâmetro definido em projeto, com a pressão de operação e com a finalidade da rede.
Em obras de saneamento e infraestrutura, materiais como PEAD, PVC e ferro fundido podem ser considerados conforme o tipo de aplicação, as exigências técnicas e o projeto.
Também é importante prever conexões, válvulas e demais componentes necessários para integração da nova tubulação ao sistema existente.
É nesse ponto que o suporte técnico da Tubulação.com pode contribuir para a seleção apropriada de materiais, considerando redes de água, esgoto, drenagem e sistemas hidráulicos.
A empresa atua no fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas voltadas a obras de saneamento e infraestrutura urbana, apoiando o planejamento de suprimentos técnicos.
- Preparação dos pontos de acesso
Mesmo em intervenções não destrutivas, normalmente há necessidade de pontos localizados de acesso, entrada, saída ou conexão.
A preparação desses pontos deve considerar segurança da obra, espaço para equipamentos, posicionamento da tubulação, logística de materiais e preservação das condições de operação do entorno.
A dimensão e a quantidade desses acessos variam conforme o projeto, o tipo de intervenção, o equipamento utilizado e as condições do local.
Por isso, não é adequado tratar o MND como uma solução única ou automática para qualquer cenário.
- Execução da passagem, instalação ou substituição
Com o planejamento aprovado e os materiais definidos, ocorre a etapa de execução.
De forma geral, o processo pode envolver a criação de uma passagem subterrânea, a instalação de um novo tubo ou a substituição de uma tubulação existente, conforme a técnica de MND especificada no projeto.
O ponto crítico é manter coerência entre método executivo, material do tubo, diâmetro e aplicação da rede.
Um tubo tecnicamente adequado para determinada rede pode não ser a melhor escolha se não for compatível com o esforço de instalação, com as conexões previstas ou com as condições de operação.
- Conexão com a rede existente
Após a instalação ou substituição do trecho, a tubulação precisa ser integrada ao sistema.
Essa conexão pode envolver peças, conexões, válvulas e ajustes de interface com redes já em operação.
Em redes pressurizadas, a compatibilidade entre componentes e classe de pressão é um cuidado central.
Em redes coletoras ou de drenagem, a continuidade hidráulica e o alinhamento do trecho também devem ser observados.
- Inspeção, verificação e liberação conforme requisitos da obra
A etapa final envolve verificações conforme os critérios definidos no projeto e nas exigências da obra.
Podem ser avaliados alinhamento, integridade da instalação, compatibilidade das conexões, condições de operação e conformidade dos materiais especificados.
A liberação deve seguir os requisitos técnicos definidos pelos responsáveis pela obra, concessionária, prefeitura ou contratante.
Glossário rápido
- Traçado: caminho planejado para a tubulação subterrânea.
- Interferências subterrâneas: redes, estruturas ou obstáculos existentes no subsolo que podem afetar a execução.
- Diâmetro: medida interna ou nominal do tubo, relacionada à capacidade de condução da rede.
- Classe de pressão: capacidade do tubo e dos componentes de operar sob determinada pressão.
- Rede pressurizada: sistema que trabalha com pressão interna, comum em redes de distribuição de água.
- Rede coletora: sistema destinado à coleta e transporte, como redes de esgoto.
- Instalação: implantação do tubo no trecho previsto.
- Manutenção: intervenção para corrigir, substituir ou adequar partes de uma rede existente.
Alerta técnico antes da execução
O método não destrutivo deve ser definido com base em avaliação técnica.
Solo, traçado, profundidade, diâmetro, pressão, tipo de rede, interferências e disponibilidade de materiais influenciam diretamente a solução.
Por isso, além de escolher a técnica de execução, é fundamental planejar a cadeia de fornecimento de tubos, conexões, válvulas, ferramentas e máquinas necessárias para a obra.
Principais aplicações em saneamento e infraestrutura urbana
O MND é mais útil quando a obra exige intervenção em redes subterrâneas com menor abertura de valas extensas, especialmente em áreas urbanas onde há tráfego, calçadas, pavimentos, interferências existentes e necessidade de manter a operação da cidade.
Em saneamento e infraestrutura urbana, ele pode apoiar diferentes objetivos de obra: implantar novas redes, ampliar sistemas existentes, substituir trechos comprometidos ou executar manutenções planejadas.
Mapa de aplicações por tipo de obra
- Implantação de redes de água: pode ser considerado em projetos de distribuição ou adução quando o traçado passa por vias urbanas, áreas pavimentadas ou pontos com maior sensibilidade operacional. A escolha do tubo deve observar diâmetro, classe de pressão, material e compatibilidade com conexões e válvulas.
- Coleta e transporte de esgoto: em redes coletoras, interceptores ou trechos de condução, o método pode reduzir a necessidade de grandes escavações contínuas. A definição depende do traçado, das cotas, do tipo de solo, da profundidade e dos requisitos hidráulicos do sistema.
- Drenagem pluvial: em obras de macrodrenagem ou redes de drenagem urbana, o MND pode ser avaliado para travessias, ampliações ou pontos onde a abertura convencional gere interferência elevada. O dimensionamento hidráulico e estrutural continua sendo etapa essencial.
- Substituição de tubulações subterrâneas: quando há necessidade de renovar trechos antigos ou inadequados, o método pode apoiar intervenções localizadas, desde que o projeto confirme viabilidade técnica para o material, o diâmetro e a condição da rede existente.
- Ampliação de sistemas em loteamentos e condomínios: em expansão de infraestrutura, o MND pode ser útil em travessias, acessos e pontos de conexão com redes públicas ou sistemas hidráulicos internos, sempre conforme exigências do projeto e dos órgãos responsáveis.
- Obras públicas e intervenções urbanas: prefeituras, concessionárias e empresas de engenharia podem avaliar o método em áreas com circulação intensa, pavimentação consolidada ou necessidade de reduzir impactos na superfície.
- Redes industriais e sistemas hidráulicos: em ambientes industriais, o MND pode ser considerado para condução de água, efluentes ou outros sistemas hidráulicos compatíveis com o projeto, desde que os requisitos de operação, pressão e segurança sejam analisados tecnicamente.
Quadro de adequação por cenário
| Cenário de obra | Uso possível do MND | Pontos que precisam ser avaliados |
|---|---|---|
| Travessias sob vias urbanas | Passagem de tubulação com menor interferência na superfície | Traçado, profundidade, interferências subterrâneas e tipo de pavimento |
| Ampliação de rede de saneamento | Expansão de sistemas de água, esgoto ou drenagem | Diâmetro, vazão, pressão, material do tubo e conexão com a rede existente |
| Substituição de trecho subterrâneo | Renovação ou troca de tubulação em área já ocupada | Condição da rede atual, método executivo, acesso e compatibilidade do novo tubo |
| Loteamentos e condomínios | Implantação ou interligação de redes hidráulicas | Projeto urbanístico, exigências da concessionária e planejamento de suprimentos |
| Obras públicas sensíveis | Intervenções em locais com maior impacto urbano | Mobilidade, segurança, autorizações, logística e cronograma da obra |
Nota técnica sobre compatibilidade com o projeto
O MND não deve ser escolhido apenas pela ideia de reduzir escavação.
A aplicação correta depende da compatibilização entre método executivo, tipo de rede e materiais especificados.
Em redes pressurizadas, por exemplo, a classe de pressão, as conexões e as válvulas precisam estar coerentes com as condições de operação.
Em redes coletoras ou de drenagem, declividade, vazão, diâmetro e comportamento hidráulico são fatores decisivos.
De forma verificável pelo contexto informado, a Tubulação.com atende demandas ligadas a tubos de PEAD, PVC e ferro fundido para projetos de saneamento, infraestrutura urbana e redes hidráulicas.
A empresa também atua no fornecimento de válvulas, conexões, ferramentas, máquinas e suporte técnico para auxiliar na seleção apropriada dos materiais conforme diâmetro, pressão, tipo de rede e necessidade da obra.
Isso é relevante porque, em projetos com MND, a cadeia de fornecimento precisa acompanhar a especificação técnica: não basta definir o método de instalação; é necessário assegurar que os tubos e componentes estejam adequados à aplicação.
Como planejar mnd método não destrutivo para a obra
A definição de mnd método não destrutivo deve considerar a aplicação, o material da tubulação, as condições de campo, o prazo e as exigências técnicas da obra. A Tubulação.com atua há 15 anos com fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas, além de locação de equipamentos e serviços de solda em PEAD. O atendimento técnico ajuda construtoras, empreiteiras, concessionárias, prefeituras, indústrias e empresas de engenharia a avaliar a solução compatível com cada projeto.
Perguntas frequentes: em quais obras o MND pode ser usado?
O MND pode ser avaliado em obras de saneamento, infraestrutura urbana, construção civil, redes industriais e sistemas hidráulicos que envolvam implantação, ampliação, substituição ou manutenção de redes subterrâneas.
Exemplos comuns incluem redes de água, redes de esgoto, drenagem pluvial, travessias urbanas, loteamentos, condomínios e obras públicas.
A decisão final deve ser baseada em estudo técnico do traçado, solo, interferências existentes, diâmetro, pressão, material da tubulação e requisitos operacionais da rede.
Benefícios do MND e cuidados antes de especificar os materiais
Os benefícios do MND método não destrutivo aparecem principalmente quando a obra exige intervenção em redes subterrâneas com menor abertura de valas extensas, menor impacto na superfície e melhor controle do planejamento urbano.
Ainda assim, o desempenho da solução não depende apenas da técnica executiva: depende também da correta especificação de tubos, conexões, válvulas e demais componentes da rede.
Principais benefícios do método não destrutivo, com ressalvas técnicas
- Menor escavação na superfície: o MND tende a reduzir a necessidade de valas contínuas, o que pode ser relevante em vias urbanas, áreas pavimentadas, loteamentos, condomínios, obras públicas e regiões com interferências operacionais. A extensão da escavação, porém, deve ser definida conforme projeto, acesso, solo, traçado e método executivo.
- Menor interferência na mobilidade urbana: ao limitar aberturas na superfície, a técnica pode contribuir para reduzir transtornos em ruas, avenidas e áreas de circulação. Isso não elimina a necessidade de sinalização, planejamento de acessos e análise de segurança.
- Apoio ao planejamento de suprimentos: como a obra depende de tubos, conexões, válvulas e eventualmente ferramentas ou máquinas específicas, o MND exige compatibilização prévia entre o método escolhido e os materiais disponíveis para execução.
- Aplicação em diferentes tipos de rede: pode ser considerado em projetos de água, esgoto, drenagem pluvial, sistemas hidráulicos e redes subterrâneas industriais, desde que o tubo, o diâmetro, a classe de pressão e as condições de operação sejam compatíveis.
- Menor impacto em áreas sensíveis: em locais onde a abertura de valas extensas pode afetar pavimentos, acessos, calçadas ou operação urbana, o método pode ser uma alternativa técnica a avaliar.
- Mais previsibilidade na seleção de materiais: quando o projeto especifica corretamente material, diâmetro, pressão e componentes associados, há menor risco de incompatibilidade entre tubos, conexões e válvulas.
| Benefício esperado | O que precisa ser verificado antes |
|---|---|
| Redução de valas extensas | Traçado, interferências subterrâneas, pontos de acesso e condições do solo |
| Menor impacto na superfície | Exigências da obra, circulação local, recomposição e segurança operacional |
| Melhor planejamento da rede | Diâmetro, pressão, tipo de fluido, aplicação e regime de operação |
| Compatibilidade de materiais | Tipo de tubo, conexões, válvulas e método de união aplicável |
| Continuidade do fornecimento | Disponibilidade de itens técnicos e alinhamento com o cronograma da obra |
Checklist antes de especificar tubos e componentes
- Defina a aplicação da rede: água, esgoto, drenagem pluvial, rede pressurizada, rede coletora ou sistema hidráulico.
- Valide o material do tubo: PEAD, PVC e ferro fundido podem atender diferentes cenários, mas a escolha deve seguir as exigências do projeto.
- Confirme diâmetro e classe de pressão: esses parâmetros influenciam desempenho, compatibilidade e segurança da rede.
- Verifique conexões e válvulas associadas: o tubo não deve ser analisado isoladamente; a rede depende do conjunto de componentes.
- Considere o método de instalação: o material especificado precisa ser compatível com a técnica prevista para passagem, substituição ou manutenção.
- Avalie logística e suprimentos: falta de conexões, válvulas, ferramentas ou máquinas pode comprometer a execução mesmo quando o tubo principal foi corretamente escolhido.
- Solicite suporte técnico quando houver dúvida: obras de saneamento e infraestrutura exigem compatibilização entre projeto, material e condições reais de campo.
Cuidado técnico importante: o MND não deve ser tratado como uma solução automaticamente mais barata, mais rápida ou aplicável a qualquer cenário.
Custos, prazos, método executivo e materiais devem ser definidos caso a caso, considerando projeto, solo, diâmetro, pressão, tipo de rede e requisitos da obra.
Nesse ponto, a escolha do fornecedor também pesa.
A Tubulação.com atua no fornecimento de tubos, válvulas, conexões, ferramentas e máquinas para obras de saneamento e infraestrutura urbana, com suporte técnico para orientar a seleção do tubo mais apropriado conforme diâmetro, pressão, tipo de rede e necessidade do projeto.
Essa análise ajuda a diferenciar o benefício da técnica do requisito de fornecimento: o método pode reduzir interferências na obra, mas a qualidade da solução depende da compatibilidade entre todos os materiais especificados.
Mnd método não destrutivo: Como escolher tubos e fornecedores para projetos com MND
A escolha de tubos e fornecedores para projetos com MND deve considerar mais do que o método executivo.
Em redes subterrâneas de saneamento, drenagem, infraestrutura urbana ou sistemas hidráulicos, a compatibilidade entre material, diâmetro, classe de pressão, conexões, válvulas, ferramentas e máquinas influencia diretamente a viabilidade técnica da obra.
A Tubulação.com, oficialmente registrada como IOMAR SERVIÇOS DE ENGENHARIA LTDA, atua como distribuidor para construtoras, empreiteiras, concessionárias de saneamento, prefeituras e empresas de engenharia, oferecendo tubos, válvulas, conexões, ferramentas, máquinas, locação de equipamentos e suporte técnico para seleção de materiais em obras de saneamento e infraestrutura.
Checklist para avaliar tubos e fornecedores em projetos com MND
- Confirme a aplicação da rede: água, esgoto, drenagem pluvial, rede pressurizada, rede coletora, sistema hidráulico ou rede industrial exigem critérios diferentes de especificação.
- Verifique o material mais adequado: PEAD, PVC e ferro fundido podem atender a diferentes cenários, desde que compatíveis com o projeto, o tipo de fluido, a pressão de operação e as condições de instalação.
- Analise diâmetro e classe de pressão: a definição não deve ser feita apenas pela disponibilidade do tubo, mas pelo dimensionamento técnico da rede e pelos requisitos do projeto.
- Considere conexões e válvulas associadas: o tubo precisa formar um sistema coerente com conexões, válvulas e demais componentes de montagem, evitando incompatibilidades no campo.
- Avalie ferramentas, máquinas e equipamentos: em obras subterrâneas, a disponibilidade de itens técnicos e de locação de equipamentos pode impactar o planejamento de suprimentos e a sequência de execução.
- Inclua serviços técnicos quando aplicável: em tubulações de PEAD, processos como termofusão e eletrofusão devem ser avaliados conforme as exigências do projeto e a necessidade de união das peças.
- Cheque conformidade com as exigências do setor: materiais para saneamento e infraestrutura devem ser selecionados conforme requisitos técnicos da obra, evitando substituições improvisadas.
- Consulte suporte técnico antes da compra: preços, prazos, proteções específicas, condições comerciais e disponibilidade devem ser verificados diretamente com o fornecedor, sem assumir informações genéricas como válidas para todos os projetos.
O que observar na cadeia de fornecimento
Em projetos com MND, o fornecimento não deve ser tratado como uma compra isolada de tubos.
A obra pode exigir integração entre tubulações, conexões para saneamento, válvulas, ferramentas, máquinas, equipamentos de apoio e serviços técnicos.
Por isso, é recomendável avaliar se o fornecedor consegue apoiar o planejamento de suprimentos e orientar a seleção dos itens conforme diâmetro, pressão, tipo de rede e necessidade operacional.
A Tubulação.com se posiciona nesse contexto com variedade de materiais para tubulações de PEAD, tubos de PVC e tubos de ferro fundido, além de conexões, válvulas, ferramentas e máquinas para obras.
Também oferece suporte técnico na escolha dos materiais, contribuindo para que gestores de obras e engenheiros tomem decisões alinhadas ao projeto.
Perguntas frequentes sobre escolha de tubos e fornecedores para MND
O MND substitui qualquer escavação?
Não necessariamente.
O MND reduz a necessidade de valas extensas em muitos cenários, mas a viabilidade depende de projeto, solo, traçado, interferências subterrâneas, diâmetro, pressão e tipo de rede.
Algumas etapas de acesso, conexão ou manutenção podem exigir intervenções localizadas.
Quais tubos podem ser usados em projetos com MND?
A escolha pode envolver PEAD, PVC ou ferro fundido, conforme aplicação da rede, requisitos de pressão, diâmetro, método de instalação e especificações do projeto.
A definição deve ser técnica, não apenas comercial.
Quando consultar suporte técnico?
O ideal é consultar suporte técnico antes da compra dos materiais, especialmente em obras de implantação, ampliação, substituição ou manutenção de redes subterrâneas.
Essa análise ajuda a compatibilizar tubo, conexão, válvula, equipamento e necessidade da obra.
Como definir diâmetro e pressão?
Diâmetro e pressão devem ser definidos com base no projeto hidráulico, na função da rede, nas condições de operação e nas exigências da obra.
O fornecedor pode apoiar a seleção dos materiais, mas a especificação deve respeitar os critérios técnicos do projeto.
Para avançar com segurança, reúna informações como tipo de rede, aplicação, diâmetro previsto, pressão de trabalho, material desejado, local de instalação e necessidade de ferramentas, máquinas ou locação de equipamentos.
Com esses dados, a Tubulação.com pode orientar a seleção de materiais para obras de saneamento, infraestrutura urbana e sistemas hidráulicos, sempre condicionando preços, prazos e condições comerciais à consulta direta.
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